UMA NOVA GEOGRAFIA DA TERRA?

 

Uma nova pesquisa aponta que foram encontradas novas evidências sobre a existência de grandes quantidades de água em uma área do interior da Terra conhecida como "zona de transição" que abriga  mais água que todos os oceanos da superfície e se localiza entre 410 e 660 quilômetros de profundidade, separando o manto superior e o inferior do nosso planeta.

Igualmente outros estudos geológicos recentes que envolvem o centro da Terra continuam a apresentar resultados surpreendentes. Agora, uma nova pesquisa aponta a existência de um "mundo escondido" no núcleo do nosso planeta. A descoberta foi publicada em um artigo científico na revista Physics Of The Earth and Planetary Interiors.

Também o físico russo, Fedor Nedelin, ganhou fama na construção de uma Nova Física e Geografia da Terra, defendendo algo semelhante à tese oficial com a diferença de que não existe o tal 'núcleo' de magma e sim um 'Sol Central' que ilumina vastos continentes internos com uma atmosfera mais pura do que a da superficie e que as calotas polares são aberturas enormes para o interior do planeta onde existirá vida tal como no exterior num mundo completamente desconhecido mas que no ano de 1947 o Almirante norte-americano Richard Byrd teria descoberto na sua expedição ao Polo Norte através do qual adentrou a Terra e viu aquilo que jamais seria imaginado pela civilização da superfície.

 

ALEM DOS POLOS

Na verdade, Byrd fez um voo de 2.730 Kms sobre o Pólo Norte, para além do que até ali já era conhecido por outros exploradores, e avançando até onde seria possivel no seu avião, a determinada altura começou a ver zonas montanhosas, vales, serras, rios, lagos e prados verdejantes com animais que pareciam mamutes e aves a voar, enquanto o termómetro de bordo registava 23º C, o que seria impensável numa região gelada onde as temperaturas atingem muitos graus abaixo de zero.Também verificou que a conexão do seu rádio não funcionava impossibilitando-o de manter contacto com a base de campo ártico donde saiu.

No seu Diário Byrd escreve que contactou uma civilização interna conhecida há muito pelos mestres hindus e lamas tibetanos, como o Povo de Agharta, que nos ultrapassa milhares de anos em desenvolvimento cientifico, tecnológico, cultural e espiritual, apresentando um aspecto sempre jovem e saudável, vivendo em paz e harmonia social. Eles disseram a Byrd que tentaram várias vezes contactar a civilização na superfície mas todas as tentativas foram rejeitadas e até algumas de suas naves (vulgarmente conhecidas por Ovnis) foram atacadas. Os habitantes intraterrenos mostraram ainda ao Almirante Byrd as suas façanhas antes da despedida e o escoltaram depois de novo até à entrada polar  por onde tinha entrado.

Ao contar tudo o que viu às  autoridades militares do seu país, Byrd foi coagido a manter segredo da sua descoberta até ao fim de sua vida, coisa que ele fez sob juramento militar mas anotou tudo no seu Diário Secreto que mais tarde viria a ser encontrado pelo filho após a sua morte e publicado em 1992, tal como se revela aqui.

Rui M. Palmela