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A TESE DA TERRA OCA
A primeira pessoa a falar da Terra Oca no início do século XX, foi o norte-americano William Reed, autor do livro Phantom Of the Poles, publicado em 1906. A tese já tinha sido referida antes por alguns nomes famosos de séculos anteriores, como Edmund Halley, o grande astrónomo e matemático britânico no século XVII que em 1692 falava de várias camadas ocas no interior da Terra com seus próprios polos magnéticos com uma Atmosfera interna luminosa que recebe permanentemente a luz de um Sol Central que a nossa ciência chama de 'núcleo' imaginando que seja dalí que vem a lava dos vulcões, sendo outra a realidade, sabendo-se que vem debaixo da crosta como o pús quente de um furúnculo infectado vem debaixo da epiderme e não do 'nucleo' do corpo humano. Halley dizia mesmo que as auroras boreais e austrais têm origem na Atmosfera luminosa interna do planeta que sob determinadas circunstâncias se torna visivel na Atmosfera exterior através das aberturas polares, não sendo propriamente o Sol do Sistema Solar a 150 milhões de Kms da Terra que as pode provocar, pois este pode originá-las fora das regiões articas e antárticas que por vezes se observam em várias partes do Mundo quando os ventos solares atingem maior actividade. De resto, li um comentário de alguém recentemente sobre este assunto que dizia: "Lembro-me de que, em 2010, meu vizinho me mostrou o enorme buraco na Antártica no Google Earth que podia ser visto não importando o quão longe você diminuísse o zoom. Quando você aumentou o zoom, foi como se uma mancha branca tivesse sido editada de maneira desleixada sobre o buraco para ocultá-lo. Não pude deixar de notar que havia feixes de luz suaves e multicoloridos saindo do buraco em todas as direções. Foi tão bizarro. Eu pesquisei no ano passado e vi que eles fizeram um trabalho muito melhor editando e escondendo... Mas ainda era visível nos ângulos certos. Me faz querer verificar novamente". @goodvibes2758 Mas voltando ás "evidências ciêntificas" referidas no livro de William Red, baseadas em exploradores árticos que sustentavam a ideia de que os polos (norte e sul) são aberturas para o interior do planeta com uma espessura de 1.285 Km e um diâmetro oco de cerca de 10.270 Km, Reed resumia assim sua ideia do seguinte modo: “A Terra é Oca. Os Polos há tanto buscados são fantasmas. Há aberturas nas extremidades norte e sul. No interior estão grandes continentes, oceanos e montanhas e rios. É evidente a vida vegetal e animal neste Novo Mundo, desconhecido pelos habitantes da superfície”...
Talvez tenha sido esta visão revolucionária de Reed que inspirou anos mais tarde o Almirante Rychard Byrd que faria várias expedições ao Ártico e Antártica a partir de 1929 até 1956, tendo sido em Fev/1947 que teve a sua maior experiência e confirmação de que William Reed tinha razão. No seu Diário Secreto que só seria encontrado pelo filho após sua morte em 11 de Março de 1957, Byrd contaria tudo o que viu e vivenciou naquelas terras além do Polo, de que foi obrigado a manter sigilo. Treze anos depois, no início de 1970, a Administração do Serviço de Ciência e Meio Ambiente que pertence ao Departamento de Comércio dos EUA, divulgou para a imprensa fotografias do Polo Norte tiradas pelo satélite ESA-7 em 23 de Novembro de 1968. Numa dessas fotos se vê claramente um imenso buraco no Polo Norte que seria a tal abertura para o interior do planeta. Na verdade, a ESA (European Space Agency) estava longe de suspeitar que suas fotos rotineiras de reconhecimento atmosférico fosse despertar de novo uma das maiores controvérsias a respeito da Terra Oca que anos antes já era conhecida pelos exploradores árticos e antárticos, especialmente pelo famoso Richard Byrd. Deste modo, um expedicionista norte-americano, de nome Steve Curry, idealizou uma viagem ao Polo Norte em 2006 com outros companheiros a fim de comprovar o que outros exploradores já tinham feito, mas foi anulada pela sua morte repentina no dia 26 de Julho desse ano. Por isso, no ano seguinte, em 2007, uma nova expedição estaria a ser preparada por duas organizações privadas, a Phoenix Science Foundation e a North Pole Inner Earth Expedition, que utilizariam o navio nuclear russo quebra-gelos, Yamal, fretado para o efeito, que partiria de Murmansk na Rússia, mas acabou por ficar adiada por razões desconhecidas, e não se sabe se chegou a ser alguma vez concretizada, pois publicamente não foi divulgada. Por mais que se tente esconder esta questão e desacreditar o próprio Almirante Byrd que relatou tudo no seu Diário onde fez uma última anotação no dia 30-02-1956 dizendo que cumpriu fielmente o seu dever para com o “monstruoso complexo militar” que o obrigou a manter segredo do que viu e da civilização que contactou no interior da Terra, quando seu desejo era contar ao mundo toda a Verdade, ele escreveria apenas uma última vez, o seguinte: “Quando a longa noite do Ártico terminar, o Sol brilhante da Verdade voltará e os que foram da escuridão cairão com a sua Luz... Pois eu vi aquela Terra além do Polo, aquele Centro do Grande Desconhecido”. Rui M. Palmela
Tese da Terra Oca no Canal História:
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