O CASO DE ARTUR BERLET E A VIAGEM AO PLANETA ACART

 

 

Esta é uma historia fascinante de um cidadão brasileiro chamado Artur Berlet, que diz ter sido levado numa nave alienígena a um planeta distante a cerca de 65 milhões de Km da Terra onde permaneceu 8 dias, numa cidade  que teria cerca de 90 milhões de habitantes. Tudo terá ocorrido no dia 25 de Maio de 1958 e conta-se o seguinte: 

Eram sete horas da noite, o caminho longo de regresso a casa se tornava cansativo depois de mais um dia de trabalho. Artur Berlet, era tratorista da Prefeitura de Sarandi, Rio Grande do Sul, e no caminho deparou-se com uma luz intensa no meio do mato à beira da estrada. Curioso, atravessou a cerca de arame farpado e avistou um objeto redondo, pousado a cerca de 200 metros com mais ou menos trinta metros de diâmetro.

De repente, surgiram dois vultos de dentro do objeto que projectaram sobre ele um jacto de luz forte que o fez perder os sentidos. A partir daí, os familiares e amigos de Artur ficaram 8 dias sem saber nada dele, pois tinha desaparecido.

Ao recuperar a consciência, encontrava-se atado num leito ou uma maca e viu alguns seres altos de pele clara e cabelos "cor de palha" (alourados) que o observavam. Pouco depois, Berlet foi desamarrado por dois seres que o lavaram para outro compartimento onde lhe vestiram uma capa comprida, sendo sempre amparado pelos braços porque se sentia muito fraco. E assim foi  conduzido  até à saida da nave e, surpreso, constatou que ela estava pousada numa cidade estranha como nunca imaginou existir em qualquer lugar do planeta Terra.

“Tive a impressão de que havia perdido metade do meu peso e, ao mesmo tempo, de que meus ombros haviam aumentado de volume”, recorda ele, sentindo-se muito mal fisicamente, um pouco enfraquecido talvez da viagem que fez até ali.

Sempre amparado pelos dois individuos, saiu do disco e foi levado por uma rua com altos edifícios de cores variadas até um grande prédio onde entraram. Ali foi alimentado com algo que lhe parecia 'carne', embora diferente no sabor, e algo semelhante com o pão, sendo depois conduzido para uma sala onde haviam várias pessoas reunidas que tentaram estabelecer comunicação com ele.

Durante os oito dias que esteve no planeta Acart, Berlet descreve também com detalhes as cidades que viu, os transportes, etc., num extenso relato no seu livro OS DISCOS VOADORES – Da Utopia à Realidade, de 422 páginas, que deu origem a uma série de especulações e até mesmo piadas na região Norte do estado do Rio Grande do Sul. No entanto, “O Caso Berlet” foi levado a sério por muitos ufólogos que investigaram o assunto sendo hoje muito partilhado em vários grupos de Ovnilogia.

Segundo Artur, a população acartiana possui altos conhecimentos e grande senso comunitário, sendo por isso muito mais evoluídos do que os seres humanos que destroem seu planeta com a sua civilização e se destruirão também a si mesmos com suas armas atômicas que, se tal vier a acontecer, os acartianos ocuparão a Terra, pois não têm qualquer problema com a radioactividade que eliminarão facilmente pelos meios tecnológicos que possuem.

Quanto ao sistema governativo acartiano, Berlet diz que não sabe como classificá-lo, pois não se regem pelos mesmos princípios que os humanos, porque lá não há dinheiro e todos trabalham para a coletividade com um padrão de vida bastante elevado em que têm tudo o que necessitam para viver e serem felizes.

O governador de cada cidade é eleito a cada três anos por um Conselho de 500 membros que decide quem melhor serve a Comunidade no novo periodo de tempo que é bem diferente do da Terra, pois um ano lá equivale a 676 dias terrenos; um mês a 61 dias; uma semana a 9 dias e 14 horas; e uma hora a 7 horas e 40 minutos terrestes.

Outras coisas mais ele ficou conhecendo, como o clima que é mais frio. Os meios de locomoção são aéreos. As cidades têm ruas que só servem para pedestres. Á noite as ruas não tem necessidade de iluminação porque as paredes dos edifícios projectam brillho, sendo luminiscentes. Os transportes das pessoas são pequenos veiculos com capacidade para dois até 10 passageiros e são impulsionados por energia solar, sendo feitos de um material leve e super-resistente. Também têm veiculos muito maiores para transportar cargas pesadas e aquelas naves enormes para fazerem viagens espaciais.

Enfim, de regresso à Terra, Artur diz que fez a viagem na maior parte do tempo  acordado, mas depois deram-lhe uma pílula para que dormisse nas “zonas de maior turbulência magnética” no Espaço.

A nave deixou-o no mesmo lugar onde tinha sido ‘abduzido’, a cinco quilômetros de Sarandi onde o haviam recolhido. Artur foi para casa onde contou tudo o que aconteceu, tendo permanecido durante uma semana recolhido para recuperar daquela experiência que o afectou bastante, tendo feito depois vários desenhos e anotações sobre o que observou e vivenciou no planeta distante, escrevendo toda a sua história num livro publicado com prefácio e epílogo de dois importantes ufólogos brasileiros.

Cinquenta anos depois, a edição “Da utopia à realidade” só pode ser encontrada na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e nas bibliotecas municipais de São Paulo e Curitiba. Há ainda alguns exemplares com a filha de Artur, Ana Berlet, que ainda mora em Sarandi e tem um estúdio fotográfico, sendo a principal divulgadora da história do pai que faleceu em 1995 aos 63 anos de idade, com  enfisema pulmonar.

Relatos como o de Artur Berlet são estudados há anos por cientistas e pela comunidade ufológica. A NASA investe milhões de dólares em pesquisas relacionadas com a vida noutros planetas, mas questiona sempre estes e outros casos que sejam reais e verdadeiros. No entanto, o professor Álvaro Becker da Rosa, que ministra aulas de física na Universidade de Passo Fundo no Brasil, diz que a ciência  não descarta a possibilidade de que exista vida inteligente fora de nosso planeta.

O caso Berlet continua pois despertando polêmica até hoje, inclusive na comunidade científica. Tanto mais que existe cada vez mais aparições de OVNIs nos céus em todo o mundo desafiando a compreensão dos lideres politicos e militares de todos os paises que não podem mais esconder nem ignorar que “eles” de facto existem há muito e andam por aí nos observando.

 

Rui M. Palmela

 

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